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DiCaprio, Kardashian e Kevin Spacey aparecem nas bolsas de apostas sobre próximo presidente dos Estados Unidos

Foto: AP Photo/Carolyn Kaster

Celebridades e artistas surgem entre políticos famosos, mas Donald Trump já é favorito à reeleição antes mesmo da posse

Os Estados Unidos são, sem sombra de dúvidas, o país do entretenimento. Os norte-americanos são peritos em exportar inúmeras formas de fazer de qualquer evento ou acontecimento algo lucrativo. Logo, os yankees estão sempre na vanguarda da promoção. Com isso, podemos chegar à conclusão de que a fama, por si só, já credencia uma pessoa a comandar a nação que criou o conceito de showbizz.

E saiba que já temos candidatos pra lá de conhecidos despontando nas pesquisas para as eleições de 2020, como os premiados atores Leonardo DiCaprio, Kevin Spacey e George Clooney, além da celebridade Kim Kardashian e do rapper Kanye West. Piada? Por quê? Nas linhas abaixo, entenda a razão de levar a sério as sugestões das principais casas de apostas em nomes que você achou que só veria assumindo o poder nas telas de cinema.

O EFEITO TRUMP

Vide o exemplo de Donald Trump, recentemente eleito como 45º presidente da nação mais poderosa do planeta pelo Partido Republicano: até pouco tempo, muitos não levavam tão a sério a história de Trump ocupar o Salão Oval da Casa Branca. Mas o excêntrico bilionário do ramo de imóveis, que se tornou famoso, em escala global, ao comandar o reality show The Apprentice (O Aprendiz), derrotou a democrata Hillary Clinton e será o sucessor de Barack Obama.

REAGAN, O PRIMEIRO PRESIDENTE ELEITO POR HOLLYWOOD

Mas, se examinarmos a história republicana dos EUA, será fácil perceber como, nos últimos anos, Hollywood guiou o imaginário do eleitor. Reconhecido como um dos grandes presidentes do país em todos os tempos, Ronald Reagan (1981-89), um ator mediano de westerns e da televisão, usou de suas técnicas de atuação para construir uma carreira política que o levou ao cargo executivo mais importante do planeta. Antes, Reagan foi governador da Califórnia, estado que abriga, justamente, a Meca da produção cinematográfica mundial, de onde saiu outro governador, que sequer nasceu nos Estados Unidos: o superastro dos filmes de ação Arnold Schwarzenegger, de nacionalidade austríaca.

Em um país que se gaba por exportar tecnologia de ponta para os quatro cantos do globo, chega a ser contraditória a realização de eleições com cédulas de papel. E mais: vota quem quer, sendo que o pleito acontece durante a semana, sem regime de feriado. Para os americanos, o Super Bowl é um acontecimento mais importante do que decidir o futuro da nação nas urnas. O documentarista Michael Moore, reconhecido por denunciar mazelas de presidentes, como a catastrófica gestão de George W. Bush, previu a eleição de Trump e ironizou o processo eleitoral dos EUA, ao dizer que Hillary Clinton seria eleita se os americanos pudessem votar do Playstation.

Depois desta pequena imersão pela democracia norte-americana, que tal conhecer as cotações indicadas pelo Bet365 para candidatos que, apesar de nenhuma experiência na política, têm fama suficiente para morar quatro anos na Casa Branca?

LEONARDO DICAPRIO

Despontou como novo rostinho bonitinho de Hollywood e queridinho das meninas. Alcançou o primeiro escalão das estrelas de cinema depois do sucesso em “Titanic”. Aos poucos, o mundo foi conhecendo seu grande talento, que, finalmente, teve o reconhecimento do Oscar, neste ano, com a estatueta de melhor ator pelo seu desempenho como protagonista do filme “O Regresso” (The Revenant).

Engana-se quem imagina que DiCaprio pensa apenas em badalação. Curte a boa vida e as belas mulheres, sim, como a ex-namorada Gisele Bündchen — afinal, ninguém é de ferro. Mas “Leo” tem grande engajamento social, quando comanda uma fundação de preservação do meio-ambiente e que busca soluções que restaurem o balanço de ecossistemas, além de ter apoiado as campanhas dos democratas John Kerry e Barack Obama.

De todos os postulantes badalados, DiCaprio é quem reúne os melhores predicados. Teria o meu voto – que mudaria, na hora, se Scarlett Johansson entrasse na disputa. A vitória dele nas eleições traria margem de resgate de 8000%.

KEVIN SPACEY

Eis o mais experiente entre todos os atores cotados para o cargo de presidente dos EUA. Pelo menos, nas telas do cinema e do Netflix, Kevin Spacey interpretou Richard Nixon (Elvis & Nixon) e dá vida ao habilidoso articulador democrata que chegou à Casa Branca, na premiada série House of Cards. Spacey é um ator muito acima da média, com grandes feitos no cinema e nos palcos. Sua atuação como o rei tirano Ricardo III, de Shakespeare, pode ser considerada hipnótica. Em House of Cards, seu carisma é tanto, que nos vemos torcendo pelo corrupto Frank Underwood. Tamanha capacidade de persuasão poderia levá-lo, facilmente, ao poder na vida real. Tal palpite está cotado em R$ 150 sobre cada real.

GEORGE CLOONEY

Se apenas as mulheres tivessem direito ao voto para presidente nos EUA, já teríamos um vencedor. Há pouco mais de vinte anos entre os galãs mais desejados do planeta, o bom ator George Clooney, Oscar (coadjuvante) pelo trabalho em Syriana, é um artista com muita habilidade nos bastidores. Com certeza, obteria o maior engajamento da classe e dos financiadores. Candidato de peso! A aposta na chapa de George Clooney traz o retorno de 9000%.

KIM KARDASHIAN E KANYE WEST

O rapper Kanye West vive um turbulento inferno astral. Internado com depressão, depois de sofrer surtos paranoicos violentos, tem recebido o conforto de sua esposa, a famosa socialite — e uma das celebridades das mais populares nas redes sociais-, Kim Kardashian, que, de vez em quando, posta fotos picantes no Instagram, para deleite dos tarados de plantão. West também contraiu uma “módica” dívida de R$ 200 milhões. A vitória na corrida presidencial poderia ser providencial para West e traria, aos investidores, a rentabilidade de 15000%, além de dar uma levantada no astral do cantor. Com o status de esposa zelosa e carinhosa, você pode transferir o voto para Kardashian e ganhar o prêmio de R$ 275 por cada R$ 1 investido se ela for eleita. 

 

Mas quem leva o favoritismo, pelo menos nas bolsas de apostas, é mesmo Donald Trump — que nem assumiu o primeiro mandato ainda —, com o pagamento de R$ 2,25 sobre cada real.

 

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