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Alguém vai detê-lo? Hamilton lidera cotações da F1 para 2017

Mercedes, ainda sem seu segundo piloto após aposentadoria de Nico Rosberg, é favorita após tricampeonato consecutivo

A agitada temporada da Fórmula 1 nem bem terminou e o mercado de apostas já está em ebulição com os palpites referentes ao futuro campeão da principal categoria do automobilismo, em 2017. E quando se fala em projetar desempenho, somado a vitória, um nome vem à cabeça: Lewis Hamilton. O inglês, tricampeão da F1 (2008, 2014 e 2015) com a Mercedes, é considerado o piloto a ser batido no próximo ano, principalmente com a agora ausência de seu companheiro de equipe e atual campeão Nico Rosberg, que há três dias surpreendeu o mundo das quatro rodas com anunciando sua aposentadoria.

A saída precoce de Rosberg, de 31 anos, (primeiro campeão vigente a se aposentar na F1 desde Alain Prost, em 1993), cujo contrato com sua escuderia iria até o fim de 2018, é uma ducha de água fria para os amantes do esporte que viram embates empolgantes entre ele e Hamilton dentro da pista, mas também discussões calorosas e até acusações entre a dupla. Parando no auge, como o próprio alemão definiu quando comunicou sua retirada da F1, durante premiação da categoria na última semana em Viena, na Áustria, o competidor abre uma brecha para o inglês alcançar novas marcas e fazer história na categoria.

Sem um rival à altura até o momento na equipe e sabendo do potencial da Mercedes em produzir mais uma vez um carro competitivo para manter a hegemonia nos 20 GPs de 2017, Hamilton tem o seu tetracampeonato avaliado em R$ 2,40 para cada real investido, como aponta os dados do Betsson. Nem mesmo a mudança radical no regulamento, como carros e pneus mais largos e unidades motrizes mais potentes deixando os carros até cinco segundos mais rápidos em relação aos atuais, tira o favoritismo do inglês. Até agora, o eventual troféu para o fã declarado do brasileiro Ayrton Senna conta com um lucro de 140%, ou seja, de R$ 1,40.

Para se ter uma ideia do mercado favorável em relação ao piloto da Mercedes, a diferença é quase o dobro para o jovem talentoso Max Verstappen, da Red Bull, segundo favorito no ranking. Filho do ex-piloto Jos Verstappen, o holandês (é de origem belga, porém decidiu seguir a nação do pai) de 19 anos mostrou neste ano, em uma das principais equipes da categoria, que idade não é sinônimo de inexperiência. Em sua primeira corrida com a equipe austríaca e ainda sem conhecer o carro, o arrojado piloto alcançou a vitória no GP da Catalunha, na Espanha, e tornou-se o mais jovem competidor a vencer uma prova de F1. De personalidade forte, colecionando já algumas polêmicas em sua meteórica carreira (como por exemplo uma discussão com Kimi Raikkonen, da Ferrari, durante o GP da Bélgica), é considerado o piloto mais promissor desde Sebastian Vettel. O quinto lugar em sua temporada de estreia na Red Bull é um alerta sobre o potencial de Verstappen e o que lhe espera em 2017. Por isso, um possível inédito título ao holandês é avaliado em R$ 4,00 para cada real investido.

Quem também parece bem cotado é o australiano Daniel Riccardo, companheiro de equipe de Verstappen. Conhecido por sua regularidade – completou 16 das 21 provas no Top 5 -, o australiano foi o terceiro colocado na classificação geral do mundial de pilotos desta edição da categoria. Digamos que entre as equipes consideradas “normais”, em razão da diferença para a campeoníssima Mercedes, ele ficou com o simbólico troféu. A cotação do piloto da Red Bull, que ainda persegue seu primeiro título na categoria, paga R$ 4,50.  

Já o quarto posto entre os postulantes a levar o caneco é de Pascal Wehrlein. Mas aí você me pergunta. Por que um piloto da Manor, última colocada no mundial de construtores, está sendo avaliado como possível campeão? Pois bem, eu explico melhor. Vindo da academia de pilotos da Mercedes, o alemão de 22 anos é uma das opções para ocupar a vaga deixada por Nico Rosberg. Entendeu? Elogiado pelo diretor da equipe Toto Wolff, principalmente pelo um ponto alcançado no GP da Áustria, em um carro considerado bastante ruim, Wehrlein pode ter a chance de ouro da carreira. No entanto, não será nada fácil para o ainda inexperiente piloto ficar com a vaga, uma vez que nomes de peso, como o tetracampeão Sebastian Vettel (Ferrari), que tem o título pagando R$ 12,50 para cada real investido, e o bicampeão Fernando Alonso (McLaren), com R$ 15,00, também são especulados no time atual tricampeão. Na corrida pelo campeonato, a cotação do jovem alemão é de R$ 5,50.

 

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