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Asiáticos lideram corrida pelo ouro nos primeiros dias do Judô nas Olimpíadas

Um dos esportes mais tradicionais dos Jogos Olímpicos, o Judô estreia no Rio 2016 no próximo sábado (6). Serão quatro medalhas de ouro em disputa já neste final de semana - nas categorias ligeiro e meio leve. O favoritismo nos primeiros dias de lutas é todo dos países asiáticos: especialmente do Japão no feminino e da Coreia do Sul no masculino. O Brasil terá boa chance de medalha entre as mulheres; já entre os homens o caminho será bem mais difícil.

De todos os brasileiros que entrarão no tatame da Arena Carioca 2 no próximo final de semana, a atleta que pode dar mais alegria ao público do Rio de Janeiro é Sarah Menezes. Apesar de ser a quinta colocada do ranking mundial de sua categoria (1923 pontos), a judoca surpreendeu a todos nas últimas Olimpíadas e faturou o ouro em Londres. Foi a primeira vez que uma brasileira subiu na parte mais alta do pódio no esporte. Segundo dados do www.oddsshark.com/br, o triunfo de Sarah em terras cariocas paga seis para cada real investido!

Ami Kondo será o principal obstáculo para a brasileira conquistar o ouro. A japonesa venceu Sarah na final do Masters de Guadalajara há dois meses e desembarca no Rio como favorita à conquista na categoria ligeiro (até 48 kg). A jovem de 21 anos é a segunda do ranking mundial (2263 pontos) e vem em grande fase. Uma conquista de Kondo fará a alegria do povo japonês e pagará 5 para cada real investido. O odd de 5,00 é o mesmo para as também favoritas Urantsetseg Munkhbat (MON) – 1ª do ranking mundial - e a argentina Paula Pareto (3ª do ranking com 2260 pontos).

A possibilidade de medalha na outra categoria feminina do final de semana também é muito boa. Érika Miranda entrará no tatame da Arena Carioca 2 no próximo domingo (07) lutando pelo tão sonhado ouro em seu país. A judoca de 28 anos é a quarta do ranking mundial na categoria meio leve (até 52kg) e vem de um ouro inédito nos Jogos Pan-Americanos do ano passado, disputados em Toronto.

Segundo dados do Odds Shark, um triunfo de Érika no Rio paga aos investidores seis vezes o valor aplicado (6,00). Valor um pouco mais alto do que as três melhores colocadas no ranking mundial da categoria. Terceira melhor colocada, a japonesa Misato Nakamura vive grande fase e é a judoca a ser batida no momento. Ela é a atual tricampeã mundial e venceu o Masters de Guadalahara em maio. Uma vitória de Nakamura no Brasil rende aos investidores 4 para cada real apostado, mesmo odd de Majlinda Kelmendi (atleta do Kosovo 1ª do ranking) e da romena Andreea Chitu (2ª no ranking mundial).

Hegemonia coreana no masculino

As disputas das categorias ligeiro (até 60kg) e meio leve (até 66kg) no masculino prometem ser bem menos equilibradas. Isso porque dois judocas coreanos desembarcam no Aeroporto do Galeão como francos favoritos às medalhas de ouro disputadas no próximo final de semana.

Won Jin Kim é o dono da categoria ligeiro na atualidade. O judoca é o primeiro do ranking mundial (2330 pontos) e atual campeão do Grand Prix disputado em Dusseldorf. Se Kim subir no alto do pódio no Rio, os investidores faturam 3,00 para cada real. Principais adversários do coreano, uma vitória de Tumurkhuleg Davaadorj da Mongólia ou Mikhail Pulyaev da Rússia quadruplica o investimento (4,00). O Brasileiro Felipe Kitadai é apenas o 16º do ranking na categoria e azarão total para a conquista do ouro. Se a raça brasileira prevalecer e o judoca conquistar o ouro em casa, os investidores recebem assustadores 26 para cada real! Vai, Brasil!

O favoritismo da Coreia do Sul é ainda maior nos meio leves. Ba-Ul An é um fenômeno de 22 anos que chegou para ficar no Judô: atual campeão mundial em Astana ano passado, além dos títulos do Grand Prix de Dusseldorf e do Masters de Guadalahara. Um monstro. Se An vencer no Rio os que acreditarem no triunfo duplicam o investimento (2,10). O mongol Tumurkhuleg Davaadorj é o principal adversário do coreano - com odd de 4,00 para chegar no ouro. O Brasileiro representante na categoria é Charles Chibana. Uma zebra brasileira no Rio de Janeiro renderá inacreditáveis 34 para cada real investido.

Entenda o esporte

O Judô é a arte marcial mais praticada do mundo: são mais de 13 milhões de adeptos em 111 países diferentes.  O esporte nasceu por volta de 1880 no Japão como uma alternativa menos perigosa ao jiu-jitsu. Foi em terras japonesas a primeira participação do judô em Olimpíadas - nos Jogos de Tóquio em 1968. As mulheres passaram a competir apenas a partir de Barcelona em 1992. O Japão lidera os ouros na história olímpica com 36, seguido de França (12) e Coreia do Sul (11).

As lutas são realizadas em um tatame de 10m² (14m² contando a área de segurança). A popularidade do esporte é grande pela imprevisibilidade da luta - às vezes um atleta que está perdendo feio pode virar totalmente o duelo em apenas um movimento. Para se sair vencedor, o judoca deve derrubar o adversário com as costas voltadas para o chão, imobilizá-lo no solo ou forçá-lo a desistir.

O objetivo é sempre buscar o Ippon - o golpe perfeito que encerra a luta. O atleta obtém o Ippon quando derruba o adversário de costas no tatame em um movimento rápido e consistente. Pode-se também vencer a luta imobilizando o adversário por 20 segundos ou aplicando estrangulamento ou chave de braço até desistência do rival. O Waza-Ari é a segunda melhor pontuação e é obtido quando se aplica uma queda parcial. O Yuko é a menor das três e obtida quando se derruba o adversário de lado. Os atletas também pontuam quando os adversários recebem seguidas penalidades - também chamadas de Shido.

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