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Domínio europeu

No masculino, nenhum país de fora do continente conquistou o ouro. Entre as mulheres, apenas a Coreia do Sul rompeu essa hegemonia, mas o Brasil quer o ouro

O handebol é uma modalidade extremamente popular no continente europeu e isso se reflete no domínio dos países dessa região do mundo na história olímpica. Nos Jogos Olímpicos Rio 2016, a probabilidade de essa hegemonia ser mantida é muito grande. No masculino, nunca um país de outro continente foi medalha de ouro. Entre as mulheres, apenas a Coreia do Sul, em Seul 88 e Barcelona 92, destronou as europeias. A aposta agora é na equipe feminina da casa, o Brasil, campeão mundial em 2013, que, com o embalo da torcida e uma equipe experiente, fará de tudo para alcançar este feito histórico.

A primeira vez que o handebol masculino foi disputado nos Jogos Olímpicos foi em 1936, em Berlim, quando o time da casa sagrou-se campeão. Depois, ficou de fora do Programa Olímpico por 38 anos, retornando apenas em Munique 1972. Desde então, somente países europeus subiram ao degrau mais alto do pódio. E quem domina o mundo na atualidade é a França. Atual bicampeão olímpico (Pequim 2008 e Londres 2012) e campeão mundial (Catar 2015), o país, apesar de ter ficado apenas na quinta colocação no último Campeonato Europeu, chega com status de favorito a mais uma conquista para sua galeria.

No handebol masculino dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Grupo A será composto por França, Dinamarca, Croácia, Tunísia, Catar  e Argentina . Já no B estão Polônia, Eslovênia, Suécia, Brasil, Alemanha e Egito.

Para alcançar o tricampeonato olímpico, a França terá que superar fortes adversários logo na primeira fase do torneio: a Croácia, que tem duas medalhas de ouro (Atlanta 96 e Atenas 2004), além do bronze em Londres 2012, e a Dinamarca, que vem com um time sólido. As duas seleções podem chegar ao pódio.

A Alemanha, atual campeã europeia, e a Suécia, prata nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, são as grandes forças do grupo B.

Com um time recheado de estrangeiros naturalizados, o Catar foi vice-campeão no último Mundial e pode colocar seu nome na história ao desbancar um europeu no Rio pela primeira vez. A partir daí, somente europeus podem ser considerados candidatos ao pódio olímpico. A Polônia, terceira no último Mundial, corre por fora. Suécia, prata em Londres, Croácia e Hungria também têm times muito fortes. A Dinamarca e Alemanha, países de muita tradição na modalidade, são outras forças.

O Brasil vai para sua quinta participação em Jogos Olímpicos desde 1992, mas não tem chances de medalha, apesar de ser uma força pan-americana – tanto que conquistou os Jogos Pan-Americanos de 2003, 2007 e 2015.

Entre os investidores, o ouro da França está pagando 2.50. O da Dinamarca, 4.00; o da Alemanha, 5.00; e o da Croácia, 8.50. Todos os outros países pagam acima de 10.00 – incluindo o Brasil, que paga 51.00.

No feminino, o domínio nos últimos dois Jogos Olímpicos é da Noruega, que também é a atual campeã mundial, em competição disputada na Dinamarca, em 2015. Na final, venceu a Holanda por 31 a 23. Romênia e Polônia vieram na terceira e quarta colocações, respectivamente. A Noruega, que também é a atual campeã europeia, parece imbatível no momento. Se conquistar o tricampeonato olímpico, igualará o feito do sua vizinha Dinamarca, que foi ouro em 96, 2000 e 2004.

Na história olímpica, somente a Coreia do Sul destronou as europeias. Além dos ouros em Seul e Barcelona, as asiáticas foram prata em Atenas 2004 e bronze nos Jogos de Pequim 2008. Portanto, no Rio de Janeiro, as coreanas chegam com moral.

Já em campeonatos mundiais, quem entrou para a história recentemente foi o Brasil. A conquista de 2013, na Sérvia, contra as donas da casa, colocou o país definitivamente entre as grandes potências da modalidade. Agora, jogando com o apoio da torcida verde e amarela e com um time bastante experiente, as brasileiras podem chegar ao tão sonhado pódio olímpico.

Medalha de prata nos últimos Jogos Olímpicos, a equipe de Montenegro é outra força entre as mulheres no handebol. Já a Espanha conquistou em Londres 2012 a sua primeira medalha olímpica na modalidade na história. O bronze veio após vitória por 31 a 29 sobre as coreanas. No Rio, elas esperam repetir a dose e subir novamente ao pódio.

A Romênia eliminou o Brasil no último Mundial e ficou em  terceiro na competição. O país forma ao lado do Brasil, Espanha, Noruega e Montenegro o grupo da morte das Olimpíadas. A Angola completa o grupo, em que quatro países se classificam para a segunda fase. No outro grupo estão Holanda, Rússia, Suécia, França, Argentina e Coreia do Sul.

Embora a Noruega seja a mais bem cotada entre os apostadores, pagando 2.40, com a Rússia logo atrás, com 4.00, o Brasil vem logo em seguida: 7.55. As outras seleções pagam acima de 10.00.

As partidas de handebol do Rio 2016 serão disputadas na Arena do Futuro, que depois dos Jogos será transformada em quatro escolas públicas para população carioca.

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