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Modificado, Estados Unidos têm hegemonia testada no basquete durante Rio 2016

Com estrelas da NBA e WNBA, norte-americanos são francos favoritos ao ouro no masculino e feminino

Uma das modalidades mais aguardadas dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, os fãs de basquete vivem a expectativa de acompanharem no Brasil uma constelação de estrelas vindas da NBA, principal liga masculina de basquete do planeta, e da WNBA, a liga feminina. E como tem sido tradição ao longo de todas as Olimpíadas, os Estados Unidos são francos favoritos para faturar mais uma vez o ouro, tanto no masculino e feminino, mesmo com alguns desfalques importantes.

Entre os homens, os norte-americanos vão ao Brasil com a responsabilidade de conquistar o 15º ouro em sua 19ª Olimpíada. A equipe chega modificada, porém não menos forte, em relação a lista dos 30 atletas pré-selecionados pelo técnico Mike Krzyzewski, que conta com 52 vitórias em 53 jogos oficiais com a seleção. Mesmo com a ausência de importantes jogadores, como o MVP das finais da NBA e atual campeão da liga pelo Cleveland Cavaliers, Lebron James, e o MVP da temporada regular Stephen Curry, que alegaram cansaço, o Dream Team, como é conhecido o time norte-americano, tem tudo para chegar à final e levar a medalha dourada.

O time que estará no Rio de Janeiro em busca do terceiro ouro consecutivo (ganhou em Pequim-CHN, em 2008, e Londres-GBR, em 2012) será liderado por Kevin Durant, que recentemente trocou o Oklahoma City Thunder pelo Golden State Warriors, causando alvoroço no mundo da NBA. Ele terá como principais companheiros o armador durante a competição em território tupiniquim Kyrie Irving, do Cavaliers; Carmelo Anthony, do New York Knicks; e Draymond Green e Klay Thompson, ambos dos Warriors.

Por conta de todo o estrelato, os Estados Unidos também são amplos favoritos no portal de probabilidades OddsShark.com/br. Segundo o site, os norte-americanos estão cotados a U$S 1,08, o que significa que os investidores terão retorno de U$S 0,08 a cada dólar investido. Para se ter uma ideia do favoritismo estadunidense em relação ao segundo favorito do grupo, no caso a França, do armador Tony Parker, a diferença é superior a U$S 16, uma vez que os franceses estão cotados em U$S 17. Completam o Grupo A as seleções da Sérvia, cotada em U$S 34; Austrália, em U$S 251; China, em U$S 501; e Venezuela, em incríveis U$S 1001. Passando em primeiro na chave, os norte-americanos encaram nas quartas de final o quarto colocado do Grupo B.

Por falar na segunda chave, considerada o grupo da morte da competição, em razão das fortes seleções que se digladiarão em torno das quatro vagas para fase seguinte, o Brasil deposita todas as suas fichas na geração que teve forte impacto na ida dos representantes do país verde e amarelo rumo à NBA, há quase duas décadas. Renomados lá fora, Nenê, Varejão, Leandrinho e Marcelinho Huertas terão a oportunidade de receberem todo incentivo da torcida brasileira em busca da sonhada medalha olímpica.

Os comandados do técnico Rubén Magnano, campeão olímpico pela Argentina em 2004, estão cotados em U$S 21 e terão pela frente no Grupo B a vice-campeã olímpica Espanha (U$S 11), em 2008 e 2012, dos pivôs Pau Gasol, do San Antonio Spurs, e Serge Ibaka, do Orlando Magic; a competitiva Lituânia (U$S 41); Croácia (U$S 67); Nigéria (U$S 301), além da eterna rival Argentina (U$S 26). Os “hermanos” também devem ter a última chance de terem em quadra parte da geração medalhista de ouro dos Jogos Olímpicos de Atenas, na Grécia, em 2004, em vitória sobre a Espanha, após derrotar na semifinal o Dream Team, e o bronze em Pequim, na China, em 2008. Os argentinos terão quatro atletas das heroicas conquistas. São eles, os experientes Manu Ginóbili, tetracampeão da NBA com os Spurs, Luis Scola, Andrés Nocioni e Carlos Delfino, este que volta a defender a seleção argentina depois de três anos.

Já no feminino, a hegemonia dos Estados Unidos é ainda mais evidente. Pentacampeã olímpica, a seleção norte-americana não perde uma partida dos Jogos Olímpicos desde 1992, em Barcelona (ESP), quando foi superada por uma equipe formada por jogadoras das repúblicas da antiga União Soviética.

As norte-americanas contam com três tricampeãs olímpicas - Sue Bird, Tamika Catchings e Diana Taurasi – e ainda as novas sensações do esporte, as estreantes Elena Delle Donne e Breanna Stewart, esta primeira escolha do Draft 2016 da WNBA e mais nova jogadora (21 anos) a integrar a equipe da América do Norte desde os Jogos de 1988. Quem sobrou na lista do técnico italiano Geno Auriemma foi Candace Parker, bicampeã olímpica e MVP da WNBA nos anos de 2008 e 2013.

Favoritos do Grupo B, que ainda conta com Espanha (U$S 15), vice-campeã mundial em 2014, Sérvia (U$S 26), Canadá (U$S 67), China (U$S 201) e Senegal (U$S 1001), os Estados Unidos estão cotados em U$S 1,07.

No Grupo A, o Brasil disputa a competição em uma de suas fases mais instáveis de toda história. Depois das incríveis gerações medalhistas de prata em Atlanta (EUA), em 1996, e bronze em Sydney (AUS), quatro anos mais tarde, em que revelou para o mundo as brilhantes Hortência, Magic Paula e Janete, a seleção brasileira está carente de nomes de peso para comandar o time. Mesmo assim, o técnico Antonio Carlos Barbosa confia nas pivôs Erika e Clarissa, ambas jogadoras da WNBA, para voltar ao caminho das vitórias e, quem sabe, garantir uma vaga no pódio no próprio país.

Por conta da irregularidade apresentada nos últimos anos, o Brasil está cotado em U$S 34. Assim, caso o país conquiste à Olimpíada, o investidor terá um lucro de U$S 33 para cada dólar apostado, o que seria uma verdadeira bolada. A seleção verde e amarelo terá a companhia na chave a equipe da Austrália (U$S 9), que desde Atlanta tem figurado no pódio (três pratas e dois bronzes), Turquia (U$S 41), Japão (U$S 501), Bielorrússia (U$S 201) e França (U$S 21), a atual vice-campeã olímpica. As francesas vêm ao Brasil com base da equipe que ficou com a prata há quatro anos, como Celine Dummerc, considerada a 'Tony Parker' de saias, Sandrine Gruda, Emile Miyem e Isabelle Yacoubou.

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