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Vitórias no 400m feminino e 800m masculino dão 30% e 175% de lucro

Nesta segunda-feira (15/08), dois novos resultados no atletismo garantiram lucros interessantes para os investidores. A vitória de Shaunae Miller, do Bahamas, nos 400 metros feminino e de David Rudisha, do Quênia, nos 800 metros masculino pagaram 30% e 175% de lucro respectivamente.

Mergulho que valeu muito nos 400 metros

Algo incomum para as competições de alto nível rendeu a vitória de Shaunae Miller nos 400 metros rasos. Assim como o brasileiro João Vitor Oliveira havia feito na classificatória masculina mais cedo nos 110 metros com barreira, a atleta de Bahamas se jogou próximo da linha de chegada e acabou vencendo a prova. Essa decisão valeu o ouro e R$ 2,75 para cada real dos investidores, segundo estatísticas do Oddsshark.com/br.

Apesar do peixinho, a vitória só foi confirmada após o resultado no telão. A caribenha acabou cruzando a marca com 49s44, ficando bem acima do recorde mundial, de 47s60. Em caso de quebra, os investidores receberiam R$ 10,00 de lucro em cima de cada R$ 1,00. A prata ficou com a americana Alysson Felix, que não se jogou, e fez um tempo de apenas sete centésimos a mais. Se tivesse vencido, pagaria R$ 1,50. Em terceiro lugar, cruzou a linha de chegada a jamaicana Shericka Jackson, com 49s85. Em caso de ouro, os investidores receberiam R$ 34,00 para cada real investido.

Nas semifinais, Miller havia se classificado com o quarto melhor tempo, enquanto Allyson Felix tinha feito seu melhor tempo no ano. A atleta que foi campeã olímpica nos 200 metros em Londres e mudou nesta edição para ter maior longevidade entrava como a atenção voltada para ela. Porém, a atleta das Bahamas que havia largado bem, aumentou o ritmo e conseguiu superar a adversária na metade da prova.

Depois disso foi um verdadeiro duelo entre as duas pela liderança, quando então Miller perdeu potência e viu a adversária se jogar, apostando na última cartada. Depois, restou esperar o resultado do telão.

No Mundial de Pequim, no ano passado, a atleta de Bahamas registrou 49s67, tempo que lhe rendeu a medalha de prata. Ela baixou mais de dois centésimos com o mergulho para chegar ao ouro. Caso tivesse repetido o tempo de 2015, teria novamente parado na prata nesta segunda-feira.

Arrancada da vitória nos 800 metros

Com uma arrancada sensacional, o queniano David Rudisha venceu e se tornou o primeiro bicampeão olímpico dos 800 metros rasos desde a edição dos Jogos de 1964. O último a ser bi na prova havia sido o neozelandês Peter Snell, que levou a melhor em Roma, em 1960, e em Tóquio, quatro anos depois. Esse triunfo garantiu R$ 1,30 para cada real investido, segundo estatísticas do Oddsshark.com/br.

Antes de entrar na voltar final, Rudisha estava em segundo. Para este resultado, o atleta teve que tirar uma energia extra para ultrapassar o compatriota Alfred Kipketer, que era um dos cotados para a vitória e daria R$ 11,00 para cada real. O tempo para o ouro foi de 1min42s15. Ficou bem acima do recorde mundial, do próprio queniano, que fez 1min40s91 em Londres 2012. A quebra do recorde mundial no Rio de Janeiro pagaria R$ 17,00 para cada real.

Um grande adversário de Rudisha na prova foi a chuva forte que caiu no estádio olímpico e quase adiou a corrida. Porém, após algumas horas de atraso, os atletas voltaram a pista e correram pela medalha.

Completando o pódio, a prata ficou com o atual campeão olímpico dos 1.500 metros, o argelino Taoufik Makhloufi, que completou a prova com 1min42s61. Com isso, melhorou o recorde nacional da Argélia. Sua conquista pagaria R$ 9,00 por cada R$ 1,00. Em terceiro cruzou a linha de chegada o americano Clayton Murphy, ficando com o bronze, em um tempo de 1min42s93. Foi sua melhor marca pessoal. O atleta era pouco cotado para o ouro e daria R$ 67,00 em caso de surpresa. Mesmo assim, foi a primeira medalha olímpica dos EUA desde 1992 na prova.

Já Kipketer, que chegou a indicar que poderia correr para a vitória ao entrar nos metros finais na ponta, sentiu o desgaste e caiu muito de rendimento. Acabou completando a prova apenas na sétima colocação, quase quatro segundos atrás do vencedor.

Outros bem cotados eram o francês Pierre-Ambroise Bosse e o americano Boris Berian, mas acabaram ficando de fora do pódio. O atleta da França pagaria R$ 13,00, mas ficou com o quarto lugar. Já Berian daria R$ 34,00, porém só completou a prova na oitava posição.

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