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Tudo em aberto na NBA

Antes favoritos absolutos, Golden State Warriors, pela Conferência Oeste, e Cleveland Cavaliers, pela Leste, estão tendo trabalho com o Oklahoma City e o Toronto Raptors.

A vida não anda fácil para os favoritos da NBA. Após três rodadas, o panorama permanece indefinido. Nas finais da Conferência Oeste, o campeão de 2015 Golden State Warriors, de Oakland, sofreu duras derrotas para o Oklahoma City em dois dos três primeiros jogos da série de até sete confrontos entre as duas equipes. Na decisão da Conferência Leste, o Cleveland Cavaliers, vice-campeão da NBA do ano passado, passou fácil pelos dois primeiros jogos contra o azarão Toronto Raptors, mas perdeu a terceira partida. Quem já dava certa uma nova final entre os Warriors e os Cavaliers está, ao menos, repensando suas escolhas.

O Golden State chegou aos playoffs com a fama de time quase imbat ível. Durante a temporada regular, estabeleceu o recorde de 73 vitórias e apenas 9 derrotas em 82 partidas, batendo a marca de 72 partidas sem perder do Chicago Bulls de Michael Jordan, conquistada em 1995/96. Para completar, conta com o primeiro MVP unânime da história da NBA: o armador Stephen Curry, que encerrou a temporada regular como líder em média de pontos (30,1), total de bolas de três pontos (402), roubos por jogo (2,1) e aproveitamento na linha do lance livre (90,8%). Para completar, o armador Klay Thompson e o ala Draymond Green formam com Curry um trio de talentos com o qual qualquer time do mundo gostaria de contar.Além disso, conta com um banco luxuoso, com talentos vindos de várias partes do mundo, como o nigeriano Festus Ezeli e os brasileiros Leandrinho e Anderson Varejão.

Curry sofreu duas contusões durante os playoffs, ficando fora de três jogos contra o Houston Rockets, adversário das quartas de final, e de mais três contra o Portland Trail Blazers, nas semifinais. Ainda assim, o Golden State venceu os dois confrontos por 4 a 1. Chegou às finais do Oeste contra o Oklahoma com Curry recuperado e mais cotado do que nunca. Mas esqueceu de combinar com os adversários. A dupla Kevin Durant, MVP da temporada 2013/2014, e Russel Westbrook, armador que conquistou impressionantes 18 "triple-doubles" na temporada, igualando o recorde de Magic Johnson em 1981/82, resolveu não tomar conhecimento do favoritismo dos Warriors.

Terceiro colocado na temporada regular, o Oklahoma venceu o Dallas Mavericks por 4 a 1 nas quartas de final e o San Antonio Spurs, até então um dos favoritos, por 4 a 2 nas semifinais. Chegou à final da Conferência Oeste como um time mais sólido e consistente do que se imaginava, mas ainda assim visto como incapaz de fazer frente aos Warriors. E anda calando a boca dos críticos. As duas vitórias nos três primeiros jogos, uma delas pelo elástico placar de 133 a 105, mostram a força do Oklahoma City Thunder.

Mesmo com os primeiros resultados, as apostas no Oklahoma ainda pagam um pouco mais do que as no Golden State. Uma ligeira diferença na cotação, muito menor do que a de antes do primeiro jogo da série, mas que demonstra que o torcedor – e o apostador – ainda tem confiança em Curry e companhia.

O campeão da Conferência Oeste, venha ele da Califórnia ou de Oklahoma, fará a final da NBA com o vencedor da Conferência Leste. Nela, o grande azarão desses playoffs está dando trabalho ao Cleveland Cavaliers. É a primeira vez que um time de fora dos Estados Unidos, no caso o Toronto Raptors, chega a uma final de conferência. A equipe canadense conquistou seu espaço graças ao talento da dupla de armadores Kyle Lowry e DeMar DeRozan. Casa dos brasileiros Bruno Caboclo e Lucas Bebê, o Toronto chegou a essa decisão um pouco mais cansado do que as outras equipes, depois de dois confrontos disputadíssimos: precisou de sete jogos para fazer 4 a 3 no Indiana Pacers nas quartas e de final e 4 a 3 no Miami Heat nas semifinais.

As vitórias do Cleveland nas duas primeiras partidas sinalizavam uma série tranquila para LeBron James e seus companheiros. Mas, com a torcida ao seu lado no terceiro jogo, o Toronto impôs um placar de 99 a 84, mostrando que ainda está vivo. Quem se animar com uma possível zebra, as apostas no Toronto estão pagando bem, quase quatro para um. A maioria do público ainda acredita no Cleveland, que paga bem menos. Não é para menos. A derrota no terceiro jogo é vista como um acidente de percurso que o time de LeBron, quatro vezes detentor do título de MVP da temporada da NBA (2008/09; 2009/10; 2011/12; 2012/13), superará sem problemas para chegar a mais uma final.

E você, em quem aposta? No espetáculo acrobático proporcionado pelos rapazes de Oakland ou na consistência apresentada pelo time de Oklahoma, no Oeste? Na força da natureza que é LeBron James, liderando o time de Cleveland, ou na surpresa vinda de Toronto? Em todos os cenários possíveis, a promessa é de emoção, suor e jogadas que só o melhor basquete do mundo pode proporcionar ao público.

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