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Portsmouth recebe etapa da América’s Cup

Uma das mais famosas e prestigiadas competições de Iatismo, a América’s Cup chega à sua 6ª etapa nesta sexta-feira (22/07). Durante três dias, a cidade de Portsmouth, no Reino Unido, recebe navegadores e projetistas de iates das seis equipes do mundo que brigam pelo título do torneio. A competição existe desde 1851 e é realizada a cada três ou quatro anos.

Três equipes aparecem entre as favoritas para este fim de semana. As equipes dos Estados Unidos e da Nova Zelândia, segundo o oddsshark.com/br, pagam R$ 3,25 para cada real investido em quem acreditar que elas serão as vitoriosas da etapa. Em seguida, aparece o Iate do Reino Unido, Ben Ainslie Racing, que dará R$ 3,50. As três equipes lideram a classificação da America´s Cup até o momento.

Apesar disso, o grupo sueco do Artemis Racing busca se aproximar dos líderes. A equipe já venceu duas das cinco etapas e renderá R$ 8,00 em quem acreditar em um terceiro triunfo. Correndo por fora, estão os times Japonês e Francês, que pagarão R$ 13,00 e R$ 21,00 respectivamente. Por enquanto, nas cinco primeiras etapas, as duas só conseguiram no máximo um terceiro lugar.

A Nova Zelândia, com duas vitórias em cinco etapas é a líder do ranking com 244 pontos. Ainda sem vencer, mas com três segundos lugares, os Estados Unidos aparecem em segundo, com 236. Em terceiro aparece a equipe do Reino Unido, com uma vitória e 227 pontos. Mais abaixo estão os times do Japão (203), Suécia (201) e França (194)

O vencedor de cada regata recebe 10 pontos, o segundo lugar ganha 9, o terceiro recebe 8, e assim por diante. No domingo, a pontuação é dobrada. 1º = 20, 2º =18, 3º = 16 e etc. Depois de Portsmouth, restarão mais duas etapas, na França e no Japão.

Na disputa do campeonato, o time americano é o mais cotado e pagará R$ 2 por cada real. Quem acreditar na Nova Zelândia e no Ben Ainslie, do Reino Unido, receberão R$ 3 e R$ 4,50 respectivamente. Menos cotadas, os times da Suécia Artemis Racing e do Japão pagarão R$ 15 e R$ 29. Já o time Francês é o azarão, e dará R$ 101 por real investido do jogador que acreditar na sua conquista.

Experientes x novatos

A 35ª edição da América’s Cup conta com dois estreantes no meio de tantos já tradicionais: Os times da França e do Japão.

Lançada oficialmente em maio 2015, o time Japonês foi fundado a partir da ideia de Kazuhiko Sofuko, que já participou da Copa em 1999. A equipe é liderada por Dean Barker, que chega com a experiência de mais de 15 anos e quatro Copas pela tradicional Nova Zelândia. Um pouco mais velha, a França iniciou seu projeto no final de 2014 e também conta com membros emblemáticos e bem-sucedidos: Franck Cammas, Michel Desjoyeaux e Olivier de Kersauson.

Apesar de entrarem em busca do título, os dois sabem que precisarão de mais alguns anos para adquirir a experiência de seus rivais. O time sueco, por exemplo, possui sete medalhas de ouro olímpicas e 27 títulos mundiais.

O time do Reino Unido é outra equipe em formação. Mas apesar de ter sido lançado apenas em junho de 2014, é liderado por Sir Ben Ainslie, velejador olímpico e vencedor da Copa América no comando da equipe americana. Para vencer nesta edição de estreia, ele reuniu um grupo qualificado, como o ex-CEO do Grupo McLaren, Martin Whitmarsh.

Todos estão na luta para superar duas equipes históricas. O time Neozolandês é uma das equipes de vela mais tradicionais dos esportes. Participa da Copa América desde 1897, ficando de fora apenas da edição de 2000. Já conquistou o título da temporada três vezes (1995, 2007 e 2013). Além do seu retrospecto competitivo, a equipe também é conhecida por ser uma das que mais trazem inovações tecnológicas para o torneio.

Já o time americano foi lançado em 2000, pelo empresário, fundador e CEO da Oracle, Larry Ellison. Sua primeira participação foi em 2003, quando perdeu a final para o Alinghi, da Suíça. Após um desempenho não tão bom em 2007, a equipe conquistou o título em 2010. A vitória foi exatamente em cima do Alinghi, vilão de sete anos atrás.

Nas últimas duas edições, nasceu uma rivalidade entre os times da Nova Zelândia e dos Estados Unidos, devido ao alto desempenho das duas equipes e os duelos entre si. Na grande decisão de 2013, por exemplo, o time da Nova Zelândia, campeão da temporada, enfrentava o detentor do título, Estados Unidos, e o vencia por 8 a 1. Foi quando os americanos conseguiram uma vitória histórica e venceram por 9 a 8.

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