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Palpite de vitória por decisão unânime de Luis Ortiz sobre Malik Scott teve 800% de retorno

Foto: Omar Vega/Invision/AP Images

O ringue montado na Salle des Étoiles, em Monte Carlo, parecia ter a presença de apenas um lutador, na noite de sábado (12). A superioridade do cubano Luis Ortiz, de 37 anos, sobre o americano Malik Scott, de 36, teve como maior prova o fato de os jurados terem decidido pela vitória por decisão unânime, resultado que rendeu o pagamento de R$ 8,00/R$ 1, para quem previu o desfecho entre os dois pesos-pesados, em luta válida pela Associação Mundial de Boxe (AMB). Agora, Ortiz, conhecido no mundo do boxe como King Kong, tem um cartel de 26 triunfos, sendo 22 por nocaute.

A LUTA

Ortiz foi forçado a percorrer 12 rounds para derrotar Scott, quando o norte-americano “beijou” a lona por três vezes no combate. A realidade é que Ortiz demonstrou muito cansaço, durante a luta, quando aparentava ser um lutador em final de carreira. O cubano percorreu o ringue por todo o combate, desferindo diretos e esperando que Scott caísse. Mas a partir do momento que Scott começou a reagir, ocasionalmente, na segunda metade do duelo, Luis Ortiz parecia desconfortável e confuso.

Apesar dos três knockdowns e do domínio, ele foi surpreendido pela resistência do oponente. Afinal, antes do duelo, o cubano, que segue invicto na carreira, declarou que esperava vencer por nocaute em pouco tempo de combate. Em vez disso, Ortiz foi forçado a passar dos oito rounds pela primeira vez.

Scott, oriundo da Filadélfia, deu uma indicação clara de sua relutância em lutar já no primeiro minuto da luta, quando, por já demonstrar falta de combatividade, foi advertido pelo árbitro Jean-Robert Laine, que interrompeu o combate, brevemente, e avisou o norte-americano de que ele não poderia ficar fugindo.Mas Malik Scott não abandonou sua estratégia. E em vez partir para o ataque, se limitou a fazer o King Kong Ortiz correr ao redor do ringue.

O canhoto cubano passou a se rastejar atrás de Scott e não se movendo rapidamente com os pés. Ele era incapaz de acelerar os movimento ou mostrar sua costumeira variação de golpes. O que realmente surpreendeu foi a facilidade com que Scott, que também não é mais um garoto, conseguiu fugir de Ortiz. Mesmo quando esteve contra as cordas, o norte-americano não deixava que o oponente encaixasse seus melhores golpes. Nos últimos rounds, Luis Ortiz parecia incapaz de conseguir um nocaute. O que realmente se sucedeu.

"Estou desapontado por não conseguir outro nocaute. Mas o mais importante foi confirmar a vitória”, afirmou Ortiz.

Mas o vencedor do combate mostrou grande indignação com o que classificou como falta de combatividade do adversário. "Vim para lutar, e Scott veio para correr. Ele era tão negativo que ficou impraticável termos uma boa luta. Todos vieram para ver um show, para ver um confronto, e ele não queria, o que é triste", lamentou.

Em compensação, Malik Scott não teve a capacidade de tirar proveito do aparente cansaço do cubano. A falta de esforço de Scott foi ilustrada nas estatísticas. Enquanto Ortiz acertou 146 de 472 socos (31%), o americano encaixou apenas 45 de 155 (29%). Scott, que foi nocauteado em 96 segundos de combate contra Deontay Wilder, em 2014 e, em seguida, ganhou seus dois confrontos seguintes, teve a média pífia de sete golpes válidos por round no sábado.

No fim, no entanto, o cubano se consagrou com a pontuação de 120-105, 120-106 e 119-106. E aqueles que, antes do combate, acreditaram no triunfo de Luis Ortiz, mas não determinaram qualquer situação em que a vitória se desenharia, ficaram com o pagamento de R$ 1,04/R$ 1.

POSSIBILIDADE REAL DE DESAFIAR O CAMPEÃO

O duelo marcou a estréia de Ortiz na famosa empresa de gerenciamento de carreiras Matchroom Sport, com quem ele assinou recentemente. Com isso, o cubano terá seus combates televisionados no Reino Unido, onde Eddie Hearn, promotor da Matchroom, espera transformá-lo em uma estrela e promover um desafio contra o campeão dos pesos pesados da AMB, ​​Anthony Joshua. Hearn até pode realizar o confronto, mas o desempenho do novo pupilo, em Mônaco, não deve ter despertado a confiança de que o cubano possa vir a ser tornar uma estrela para sua companhia promocional.

Com a vitória, Ortiz ficou com o título Intercontinental da AMB, o que pouco impressiona. Para ele ganhar um cinturão de relevância, será preciso superar rivais do quilate de Joshua, Deontay Wilder, Shannon Briggs, Lucas Browne,Joseph Parker ou Andy Ruiz Jr.

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