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Convocação de Tite: análise sobre o favoritismo do Brasil no Mundial e dos demais candidatos ao título

Lista dos atletas que vestirão a camisa da Seleção Brasileira no Mundial não causou surpresa, mas grande parte da crítica especializada acha que Luan e Arthur, ambos do Grêmio, deveriam ir à Rússia 2018

Falta menos de um mês para o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2018, entre o país-sede, a Rússia, e a Arábia Saudita, no Estádio Luzhniki, em Moscou. Mas para a torcida brasileira, o anúncio dos 23 convocados para defender a Seleção só aumentou a expectativa para a estreia do Time Canarinho contra a Suíça, no dia 17 de junho. Na sequência, confira uma análise sobre as chances de título do Brasil com base na lista de Tite e também dos demais candidatos a erguer a Taça FIFA com o suporte dos odds do Bodog.

As chances de título do Brasil

A relação dos atletas que disputarão a Copa em busca do tão sonhado hexacampeonato não causou surpresa. Afinal, Tite já havia revelado a maioria dos convocados e dependia de confirmações pontuais, principalmente do departamento médico, para fechar a lista. Na lateral-esquerda, por exemplo, Filipe Luís (Atlético de Madrid), que se recuperou de grave contusão, venceu a disputa pela reserva de Marcelo com Alex Sandro (Juventus), que, certamente, está na relação dos 12 suplentes entregue à FIFA – Dedé (Cruzeiro) foi o único confirmado

Mas os dois nomes que causaram maior surpresa e, ao mesmo tempo, rejeição foram os do meia Fred e do atacante Taison, ambos do Shakhtar Donetsk. Logo após o anúncio, muitos setores da imprensa defendiam a presença e Arthur e Luan, protagonistas do tri da Libertadores com o Grêmio, conquistado no ano passado. O camisa 7 do Tricolor, inclusive, foi eleito o melhor jogador das Américas de 2017 e faturou o ouro olímpico na Rio 2016.

No entanto, Tite está longe de merecer qualquer constatação. Desde que ele assumiu a Seleção Brasileira, o time passou da ameaça de não disputar a Copa do Mundo à condição de primeira equipe a se classificar na bola para o Mundial. Com um futebol solidário, versátil (como o treinador sempre gosta de frisar) e com os egos de suas principais estrelas sob controle, o Brasil voltou a ostentar o status de protagonista e é um dos grandes favoritos ao título ao lado da Alemanha, atual campeã mundial.

A grande dúvida de todos com relação ao sucesso dos pentacampeões, na Rússia, gira em torno de Neymar. Porém, o chefe da equipe médica do Brasil, doutor Rodrigo Lasmar, garantiu que o craque do PSG chegará em totais condições de disputar os amistosos preparatórios antes da Copa, contra Croácia e Áustria, e que tudo leva a crer que ele estará em ponto de bala para a estreia diante dos suíços.

Hoje, a aposta no título do Brasil garante o retorno de R$ 6,00 sobre cada real.

Alemanha, principal favorita na Rússia 2018

O selecionado germânico sempre se prezou pela eficiência. Mesmo nos momentos em que apresentou pouco brilhantismo, como no vice de 2002, a Alemanha chegou forte. Depois das decepções nas semifinais de 2006 e 2010, o time finalmente faturou o tetra, no Brasil, em final disputada contra a Argentina – gol solitário de Mario Götze na prorrogação.

No entanto, os comandados de Joachim Löw não tiraram o pé e ainda ergueram a Copa das Confederações de 2017 com um time misto, reforçado de muitos jovens talentos que ficaram com a prata nos Jogos Olímpicos de 2016. Porém, a seleção alemã parou nas semifinais da última Eurocopa – eliminação para a França.

Contando com a base de 2014, a Alemanha figura nas principais casas de apostas como a grande favorita ao título, que igualaria o penta do Brasil, em um investimento que proporcionaria o lucro de 550%.

Argentina: Messi e mais dez

Mesmo com Messi, a Argentina penou para se classificar nas Eliminatórias, quando teve três técnicos na competição: Gerardo Martino, Edgardo Bauza e Jorge Sampaoli. Porém, é notória a dependência do craque do Barcelona. Na última vez que não pode contar com seu camisa 10, a seleção argentina foi impiedosamente goleada pela Espanha por 6 a 1, em 27 e março deste ano. Com a confiança em baixa, muito em função do jejum de títulos que persiste desde 1993, quando levou a Copa América, os bicampeões amargaram o vice do Mundial de 2014 e mais duas segundas colocações na própria Copa América, ambas em derrotas para o Chile.

Mas o futebol argentino jamais pode ser desprezado. E se Messi estiver com fome de bola e disposto a resolver a parada praticamente sozinho, como fez Maradona em 1986, os “hermanos” chegarão firmes na luta pelo tri, que garantiria o pagamento de R$ 9,00 sobre cada real.

Cotas dos principais favoritos ao título da Copa do Mundo de 2018

Odds em 15 de maio, segundo o Bodog

  • Alemanha – R$ 5,50/R$ 1
  • Brasil – R$ 6,00/R$ 1
  • França – R$ 6,50/R$ 1
  • Espanha – R$ 8,00/R$ 1
  • Argentina – R$ 9,00/R$ 1
  • Bélgica – R$ 11,00/R$ 1
  • Inglaterra – R$ 17,00/R$ 1
  • Portugal – R$ 26,00/R$ 1
  • Uruguai – R$ 29,00/R$ 1
  • Colômbia – R$ 34,00/R$ 1

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