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da Copa América

No mês de junho, os Estados Unidos serão sede pela primeira vez de uma edição especial da Copa América, competição entre seleções da América do Sul, mas que em comemoração aos 100 anos da primeira edição do torneio, desta vez contará também com seis membros da CONCACAF (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe).

O torneio será disputado entre os dias 3 e 26 de junho, em dez cidades norte-americanas. Será a primeira vez que o país recebe essa competição e a quarta que participa – todas as outras como convidado especial. A melhor colocação que os Estados Unidos já atingiram foi um quarto lugar obtido em 1995, quando o Uruguai se sagrou campeão.

A escolha dos EUA como país-sede não poderia vir em melhor momento, já que o país vive um ‘boom’ do “soccer” nos últimos anos, com investimento e contratações de peso para a Major League Soccer (MLS). Talvez por essa empolgação combinada com uma seleção nacional que vem evoluindo ano após ano, os americanos já não podem mais ser considerados completos azarões diante de outras equipes de maior porte.

Mesmo assim, não há como tirar o foco principal de Lionel Messi e da Argentina (3.50). Engasgados com a derrota nos pênaltis para os chilenos no ano passado, os Hermanos farão de tudo para voltar a conquistar um título com a seleção nacional – algo que não ocorre desde 1993, quando venceram a própria Copa América.

O fator que pode desestabilizar a seleção argentina é exatamente essa pressão enorme em cima de conquistas. E, neste caso, podemos falar ainda mais especificamente de Messi. Eleito melhor jogador do mundo cinco vezes pela FIFA, o camisa 10 do Barcelona não consegue repetir as excelentes atuações que tem em seu clube com a camisa azul e branca. O ‘Pulga’ nunca levantou uma taça pela Argentina e muitos torcedores o cobram por isso.

A tão sonhada conquista poderia ter vindo em 2015, mas Messi e cia poderão dar o troco nos chilenos ainda neste ano, já que encontrarão os rivais, pois caíram no mesmo grupo. Mas não será fácil. A geração de ouro chilena agora é comandada por Juan Antonio Pizzi e possui um time aguerrido e de muita técnica, que conta com nomes como Alexis Sanchez, Arturo Vidal e Gary Medel.

Esses jogadores entraram para a história do Chile com a conquista da Copa América pela primeira vez em 2015. No ano anterior, eles também fizeram excelente campanha na Copa do Mundo e só foram eliminados pelo Brasil nas oitavas de finais após uma disputa acirrada que foi decidida nos pênaltis. Por essas e outras que um dos fortes candidatos a subir no ponto mais alto do pódio é a seleção do Chile (7.00).

Brasil em baixa

Se o momento é bom e dos melhores para os chilenos, não se pode falar o mesmo para o Brasil (4.50). Muito pelo contrário! Após o baque dos 7 a 1 para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014, a demissão de Luiz Felipe Scolari e a escolha de Dunga como novo técnico, a seleção brasileira ainda parece procurar retomar seu caminho e renome internacional. E o caminho não está sendo fácil.

Disputando aquela que pode ser uma das Eliminatórias mais difíceis da história da América do Sul, se acabassem hoje o time de Dunga estaria fora da Copa do Mundo de 2018 – feito que seria inédito para a única seleção que participou de todas as edições do torneio mais importante do futebol. A equipe ocupa apenas a sexta colocação na tabela e não vence há duas partidas.

Para piorar a situação, Neymar, a principal estrela do time, possivelmente não participará da Copa América. Isso porque o torneio não faz parte do calendário oficial da FIFA e os clubes não têm obrigação de liberar seus jogadores. Como o camisa 11 do Barcelona provavelmente será convocado para defender a seleção brasileira nas Olimpíadas, a equipe catalã já comunicou à CBF que liberaria seu craque apenas para uma das competições – e Dunga deverá escolher os jogos olímpicos.

Ainda assim, com duas vagas a serem preenchidas na primeira fase e um grupo com os fracos Peru e Haiti, além do surpreendente Equador (vice-líder das Eliminatórias), o Brasil não deve ter dificuldades para passar adiante no torneio. Resta saber como será quando bater de frente com desafios maiores.

Já o maior campeão da história da Copa América, o Uruguai (10.00), corre por fora e aposta na tradicional raça Celeste – além do talento e pontaria do atacante Luis Suárez - para avançar em um grupo que pouco assusta com México, Jamaica e Venezuela.

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