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Não deu para o Grêmio, mas quem apostou no título mundial do Real Madrid lucrou 25%

Cristiano Ronaldo fez o gol solitário da vitória dos Merengues, que tiveram amplo domínio sobre o Tricolor

O Grêmio esteve perto de “acabar com o planeta”. Mas o Real Madrid impediu que os planos do “general” Renato Gaúcho, de aniquilar a soberania merengue, fossem por água abaixo nos Emirados Árabes. No sábado (16), a conexão Porto Alegre-Abu Dhabi criou uma corrente nas cores preto, azul e branco na esperança da conquista do Mundial de Clubes da FIFA. O sonho esteve por 90 minutos de ser realizado. Mas, apesar de os brasileiros terem ficado tão perto de levantar a taça, a realidade ampliou essa distância.

O Real sempre foi o grande favorito. A vitória por 1 a 0, que garantiu o retorno de 25% aos investidores, de acordo com a cotação do Pinnacle Sports, não traduz com propriedade o domínio dos espanhóis, que não precisaram jogar com 100% de sua capacidade (alcançou, no máximo, 60) para alcançar o triunfo que lhe rendeu o tricampeonato da Copa do Mundo de Clubes.

REAL MADRID 1 X 0 GRÊMIO

Como era de se esperar, o Tricolor começou o a partida com uma postura defensiva. Não só por respeito ao Madrid, mas uma forma de estudar o oponente e tentar surpreender o atual bicampeão da UEFA Champions League nos contra-ataques. Com maior volume, os comandados de Zinedine Zidane se aproximavam da área gremista com certa tranquilidade. Porém, a falta de inspiração de Benzema e a forte marcação em cima de CR7 não transformavam o domínio madridista em bolas na rede.

Aos poucos, a blitz branca se arrefecia, dando espaços para o Grêmio avançar. No entanto, a linha ofensiva formada por Luan, Lucas Barrios e Fernandinho não conseguiu se articular, quando o trio foi presa fácil para o sistema defensivo dos europeus. Mas, aos 27 minutos, tivemos a única bola na direção do gol de Navas e que realmente levou perigo. Em uma cobrança de falta da intermediária, Edílson acertou um lindo chute que, por pouco, não entrou – tocou a rede pelo lado de fora.

Até o fim do primeiro tempo, o Real Madrid teve duas chances. Na primeira, Cristiano Ronaldo ficou com a sobra de uma disputa entre Karim Benzema e a zaga. Mas antes de o melhor jogador do mundo finalizar, Kannemann surgiu com um carrinho salvador. No minuto seguinte, o português cobrou falta que passou por cima da meta de Marcelo Grohe. Fim dos 45 minutos iniciais. Os gremistas não se impuseram, mas também não ficaram na roda.

A BARREIRA QUE SE ABRIU E FECHOU UM SONHO

Na volta do intervalo, muitos torcedores gremistas contavam com desfechos parecidos como o do São Paulo, de 2005, e do arquirrival, Internacional, um ano depois, quando foram pressionados a maior parte dos 90 minutos, mas acharam um gol em um vacilo de Liverpool e Barcelona, respectivamente. Porém, o roteiro da decisão do Mundial de 2017 partiu mais para o realismo do que a ficção. Aos sete minutos, justamente o sete, número que foi a marca de Renato Gaúcho enquanto jogador, CR7 foi derrubado não muito perto da grande área. Mas o suficiente para que o astro da decisão repetisse seu ritual de cobrança, olhasse firme em direção ao gol e colocasse a bola no canto direito de Marcelo Grohe, que nada pôde fazer, ainda mais depois de a barreira ter generosamente aberto o caminho para o tento do título.

Daí em diante, o que poderia dar a impressão de que o Tricolor partiria com tudo em busca do empate, deu-se a sequência dos espanhóis rumou ao segundo gol. Cristiano Ronaldo foi às redes, de novo, aos 12 minutos, mas Benzema, que deu a assistência para a finalização, estava impedido. Grohe ainda brilhou ao salvar o time com belas intervenções, em chutes venenosos de Modric, Ronaldo e Bale – em uma trivela de arrancar aplausos de pé.

O Grêmio já tinha acusado o golpe e aguardou o apito final para “cair de pé”. Afinal, foi uma bela temporada, que teve como ponto alto a conquista do tri da Libertadores. Derrotar o poderoso Real Madrid era mesmo uma façanha de azarão. Deu a lógica da barbada madridista.

FICHA TÉCNICA
  • Local: Estádio Zayed Sports City, em Abu Dhabi (EAU)
  • Data: 16 de dezembro de 2017
  • Árbitro: César Ramos (México)
  • Assistentes: Marvin Torrentera (México) e Miguel Ángel Hernández (México)
  • Gols: Cristiano Ronaldo, aos sete minutos do 2º tempo (Real Madrid)
  • Cartões amarelos: Casemiro (Real Madrid)
  • Real Madrid: Navas; Carvajal, Varane, Sergio Ramos e Marcelo; Casemiro, Modric, Kroos e Isco (Lucas Vázquez); Cristiano Ronaldo e Benzema (Bale) – Técnico: Zinedine Zidane
  • Grêmio: Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Cortez; Michel (Maicon), Jailson, Ramiro (Éverton), Luan e Fernandinho; Barrios (Jael) – Técnico: Renato Gaúcho

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