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Em busca do oitavo ouro

Americanas querem manter hegemonia nos Jogos Olímpicos Rio 2016

O torneio feminino de basquete nos Jogos Olímpicos Rio 2016 será um embate entre onze países contra uma potência. Dona de sete ouros em toda a história olímpica, soberana nas últimas cinco edições, a seleção dos Estados Unidos desembarcará na Cidade Maravilhosa mais uma vez como grande favorita ao lugar mais alto do pódio na modalidade. Se desde os Jogos Olímpicos de Atlanta 1996 não houve outro hino tocado na cerimônia de premiação, dificilmente a história será diferente agora no Rio de Janeiro.

A força das americanas vem da tradição da modalidade no país e de uma liga nacional estruturada, a WNBA, onde atuam todas as jogadoras da equipe. A experiência vencedora também é característica marcante do time, que contará com a base campeã dos últimos Jogos Olímpicos. A principal novidade da lista americana ficou por conta de uma ausência. O treinador deixou de fora a ala/pivô Candance Parker, de 30 anos. A jogadora dos Los Angeles Sparks foi fundamental na conquista dos dois últimos Jogos Olímpicos. Na final de Londres 2012, contra a França, fez 21 pontos e pegou 11 rebotes. Se não contará com Parker, os Estados Unidos terá o trio de veteranas Diana Taurasi, Sue Bird e Tamika Catchings, que disputarão os Jogos Olímpicos pela quarta vez na carreira, igualando-se à lendária pivô Lisa Leslie. Apenas três atletas do elenco farão suas estreias olímpicas no Rio. Com esta mescla, os Estados Unidos não medirão esforços para alcançar o sexto ouro consecutivo.

Se o ouro tem um favorito absoluto, a concorrência pelas outras posições no pódio olímpico promete ser ferrenha.

Medalha de bronze na última edição dos Jogos e prata nas outras três anteriores, a Austrália desponta como segunda força no basquete mundial.  Mesmo com uma equipe renovada, o país é o segundo colocado no ranking mundial da FIBA e dificilmente ficará fora do pódio.

Outra equipe de destaque entre classificadas para o Rio 2016 é o Canadá, que em 2015 foi medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Toronto derrotando os Estados Unidos (que jogou com um time B) na final.  Em amistosos preparatórios para os Jogos Olímpicos, derrotou forças como França e Austrália.

Sem tanta tradição olímpica na modalidade, a Sérvia é a atual campeã europeia e pode surpreender muitos adversários para tentar brigar com as americanas por uma medalha.

Jogando em casa, a Seleção Brasileira espera se recuperar das fracas campanhas dos últimos Jogos Olímpicos, em Pequim 2008 e Londres 2012. Para isso, além do apoio da torcida, o treinador Antonio Carlos Babosa convocou um grupo de jogadoras experientes, como Damiris, Erika e Clarissa, que atuam na WNBA, além de Iziane e Adrianinha. A aposta é na força da tradição na modalidade. O país foi prata em Atlanta 96, bronze em Sydney 2000 e quarto colocado nos Jogos de Atenas 2004, além de campeão mundial em 1994, com a brilhante geração de Hortência e Paula. O Brasil está no grupo A do torneio olímpico do Rio 2016 e estreia contra a Austrália.

Apesar de só terem conseguido a classificação para os Jogos Olímpicos na última oportunidade, no Pré-Olímpico Mundial, em junho, as fortes seleções da Espanha e Turquia, semifinalistas da última Copa do Mundo, em 2014, além da França, prata em Londres 2012, não podem ser descartadas da briga pelo pódio. A Espanha é a terceira colocada no ranking mundial da Federação Internacional de Basquete e a França é a quarta colocada. As duas estão atrás apenas de Estados Unidos e Austrália. China e Bielorrússia também se qualificaram através deste torneio.

Com a definição dos últimos classificados depois do Pré-Olímpico Mundial, o grupo A dos Jogos Olímpicos terá França, Japão, Brasil, Austrália, Bielorrússia e Turquia. No B estão Canadá, Espanha, Estados Unidos, Senegal, Sérvia e China. Façam suas apostas!

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