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Ensinamentos das finais de conferência: Será que os Eagles vencem os Patriots no Super Bowl 52 com um QB reserva?

Foto: Al Bello/Getty Images.jpg

Evangelho da NFL Segundo São Matheus: Após duas atuações impecáveis nos playoffs, Nick Foles passa de preocupação a esperança pelos lados da Filadélfia

No dia 22 de novembro, previ aqui nos Ensinamentos da Semana 11 um Super Bowl épico entre Philadelphia Eagles e New England Patriots. Passados dois meses, é exatamente o que temos para o duelo no US Bank Stadium no dia 4 de fevereiro! Que cravada, amigos! Na época da previsão, Carson Wentz seguia fazendo sua mágica no backfield das Águias, mas agora é Nick Foles que assume a bucha de enfrentar Tom Brady e companhia. De todas as milhões de perguntas que podemos fazer sobre a grande final de Minneapolis, talvez essa seja a mais latente: será que as Águias podem conquistar o título inédito diante do ‘todo poderoso Patriots’ com um quarterback, em teoria, reserva?

Vamos com calma, muita calma. Antes de responder a essa pergunta, vale ilustrar o cenário atual e mostrar como o fato de Foles estar no comando derrubou o favoritismo dos Eagles durante toda a pós-temporada. Além de alguns analistas de plantão, as casas de aposta foram enfáticas em dar ao time o título de azarão em ambos os duelos de playoffs - Philly foi o primeiro time da história a ter a melhor campanha de uma conferência e entrar tanto no Divisional como na final da NFC como underdogs jogando em casa!

Ao contrário de grande parte da mídia especializada, fui enfático aqui e cravei a vitória das Águias tanto no Divisional contra os Falcons como na final da conferência contra os Vikings. Quem acreditou na minha análise faturou R$2,35 por real investido em cada oportunidade. Para a grande final, a história se repete: os Eagles são ainda mais azarões - a vitória das Águias rende R$2,90 a cada real apostado no Bet365!

Os mesmos fatores que me levaram acreditar nos Eagles durante toda a pós-temporada até então seguem valendo para o Super Bowl 52. O Philadelphia Eagles possui totais condições SIM de bater o New England Patriots em Minneapolis - e eu te conto o porquê agora.

Nick Foles é melhor do que você imagina

Quando Carson Wentz rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho na Semana 14, a maioria dos analistas praticamente descartaram o Philadelphia Eagles da disputa pelo título. Naquela mesma semana, prontamente fiz questão de ressaltar nos Ensinamentos que o ano dos Eagles não tinha acabado e que a força dessa equipe iria muito além de seu quarterback. Aliás, quem seguiu a dica de investir em Philadelphia como campeão da NFC aquele dia faturou R$6 a cada real.

Conclui aquele texto da seguinte forma no dia 13 de dezembro: “Nick Foles não será genial e absolutamente fora da curva, mas o ponto aqui é: ele não precisa ser.” Essa frase se comprovou no fim da temporada regular, mas está inadequada para os playoffs. O camisa foi genial, sim! Após um jogo seguro e limpo contra os Falcons, Foles foi simplesmente mágico contra os Vikings: 26 passes completos de 33 tentados, 352 jardas, três TDs e nenhuma interceptação. Alguns maldosos chegaram a dizer que Wentz havia entrado escondido com a camisa 9.

Essa brincadeira mostra como o nível do quarterback subiu de algumas semanas para cá. O estilo agressivo e a força no braço casam muito bem com o estilo do técnico Doug Pederson, ele possui uma das melhores linhas ofensivas da NFL, conta com alvos tanto para as ‘fastballs’ características no meio do campo como paras as bombas de 50 jardas e um bom jogo corrido por trás. Não descarte o camisa 9 levantando o troféu de campeão daqui a alguns dias.

Fator ‘underDOG’ dá mais força ao time

Talvez a cidade favorita dos torcedores dos Eagles atualmente seja Las Vegas. Foi assustador ver como o fato do time ser considerado azarão jogando em casa mexeu com os jogadores em campo! Quando as linhas de aposta saíram para o duelo Divisional contra os Falcons há duas semanas, a direção da equipe prontamente pregou cartazes por todos os cantos do centro de treinamento da equipe mostrando que eram os underdogs.

Claramente isso mexeu com o elenco - que entrou com ‘sangue nos olhos’ e despachou o Atlanta Falcons no Lincoln Financial Field. O que deixou isso mais claro foi que, logo após a partida, alguns jogadores utilizaram máscaras de cachorro - ironizando e brincando com o termo underDOGS.

Na semana seguinte, além de mais uma vez Las Vegas desprezar o time, o site oficial da NFL soltou uma imagem no Facebook divulgando o Super Bowl 52 com Tom Brady de um lado e Case Keenum, QB dos Vikings, do outro.  Essa imagem foi pregada de forma gigante no vestiário da equipe antes do jogo. O que se viu na prática foi um atropelamento por 38 a 7 com uma Filadélfia infestada de torcedores utilizando máscaras de cachorro. Pode ter certeza que esse fator vai voltar a pesar na grande final em Minneapolis.

A defesa tem talento para segurar a bomba

Muitas vezes ofuscada pela genialidade de Carson Wentz, a defesa dos Eagles voou abaixo do radar ao longo do ano por não ter um número extremamente expressivo além do sucesso contra o jogo corrido. A realidade é que esse grupo é muito bom em todos os setores: defende bem a corrida, o passe, situações de poucas jardas e dentro da red zone.

O time tem talento de sobra para pressionar Brady com apenas quatro homens e ser a ‘kriptonita’ do camisa 12. Mas espera um pouco: os Jaguars também não tinham? Eles seguraram o rojão nos três primeiros períodos, mas pararam de fazê-lo quando o fôlego acabou no fim. Deu no que deu. Certamente o elenco das Águias conta com mais jogadores talentosos no setor para a rotação e são mais disciplinados sob o comando de Jim Schwartz. Olho nesse Philadelphia Eagles!

Super Bowl 52

Domingo, 04 de fevereiro
  • 21:30 - (R$1,43) New England Patriots  x Philadelphia Eagles (R$2,90)

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