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Tri do Brasil não será fácil

Equipe verde e amarela de vôlei feminino pode conquistar tricampeonato olímpico no Rio de Janeiro, mas têm adversárias de peso na busca pelo pódio

Palco tradicional do voleibol mundial, o Maracanãzinho receberá uma das disputas mais aguardadas dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Em casa, o Brasil contará com o apoio de um ginásio lotado por uma calorosa torcida para buscar um histórico tricampeonato olímpico. Mesmo contando com a base das últimas conquistas, em Londres 2012 e Pequim 2008, a equipe comanda pelo treinador José Roberto Guimarães não terá vida fácil. Uma série de países chega com força máxima para tentar destronar a hegemonia do Brasil.

Se depender da experiência da equipe, o Brasil pode ser considerado um dos principais favoritos ao ouro olímpico em 2016. Com liderança de Fabiana, Jaqueline, Sheila e Thaisa, presentes nas duas campanhas douradas, o país possui um dos mais fortes conjuntos do vôlei mundial. Se na quadra o time conta com diversas jogadoras consagradas, fora dela o Brasil tem um dos treinadores mais vitoriosos da história do vôlei mundial: José Roberto Guimarães, único tricampeão olímpico do esporte brasileiro. Além das duas medalhas de ouro com as meninas, José Roberto comandou a seleção masculina no título de Barcelona em 1992, o primeiro ouro do vôlei brasileiro.

O vôlei faz parte do Programa Olímpico desde os Jogos Tóquio 1964. No entanto, foi a partir da década de 1990 que a equipe feminina da Brasil passou a figurar entre as grandes potências da modalidade. Depois de cair nas semifinais de Barcelona 92, Atlanta 96, Sidney 2000 e Atenas 2004, o país chegou finalmente ao ouro em Pequim 2008 e Londres 2012. O Brasil possui ainda dez títulos do Grand Prix, mas nunca conquistou um Campeonato Mundial.

Por sinal, a equipe que promete ser a pedra no sapato do Brasil são os Estados Unidos, atuais campeões mundiais, em 2014. Apesar das derrotas nas duas últimas finais olímpicas, nos confrontos mais recente entre os dois países, a vantagem é americana. Na semifinal do Mundial de 2014, na decisão do Pan de Toronto e na fase final do Grand Prix de 2015, vitórias para a seleção dos Estados Unidos, que comandada por Karch Kilary. Campeão olímpico na quadra e na praia como atleta, Kiraly, que foi assistente técnico da seleção americana nos Jogos de Londres 2012, conhece como pouco os caminhos do pódio e terá a missão de levar os Estados Unidos ao primeiro ouro olímpico de sua história no vôlei feminino. 

O Brasil é o time a ser batido, além de jogar em casa. Por isso, certamente será dos mais bem cotados por apostadores. Mas não se deve desprezar o poderio americano e a força de pelo menos outras cinco seleções. O torneio feminino de vôlei dos Jogos Olímpicos Rio 2016 será extremamente disputado. Além de Brasil e Estados Unidos, há Rússia, China,  Sérvia, Holanda e Itália como fortes candidatas ao pódio.

Depois de uma campanha ruim em Londres 2012, a China chegará ao Rio de Janeiro com um time jovem e como uma das favoritas ao ouro olímpico. Sempre sólidas na defesa, as asiáticas já têm dois ouros, em Pequim 2008 e em Los Angeles 1984. Com um sistema defensivo bem estruturado e alto aproveitamento nos contra-ataques, as chinesas contam com a inspiração da ponteira Ting Zhu.

A Rússia sofre com as aposentadorias de dois ícones da modalidade no país, Gaova e Sokolova, mas possui nomes que as substituem à altura, como Goncharova e Kosheleva. Quando ainda era União Soviética, conquistou o ouro em Cidade do México 1968, Munique 1972, Moscou 1980 e Seul 1988. Há quase três décadas longe do lugar mais alto do pódio, chega ao Rio disposta a retomar esse espaço.

Embora não tenha um bom retrospecto em Jogos Olímpicos, a Itália tem importantes conquistas em sua história, como o Campeonato Mundial de 2002, e é um adversário a ser respeitado. Sem Piccinini, que se aposentou da seleção depois de uma fraca atuação no Pré-Olímpico, a Itália tem o retorno da ponteira Carolina Costagrande.

Já a Holanda, que vem de três importantes segundas posições – no Campeonato Europeu, no Pré-Olímpico Europeu e no Pré-Olímpico Mundial –, foi o time campeão da segunda divisão do Grand Prix passado.

A Sérvia conta com o grande poder ofensivo de Mihajlovic, Boskovic e Milena Rasic, e deve dar trabalho às principais seleções das Olimpíadas. 

Logo na primeira fase da competição, ocorrerão confrontos de alto nível. O Brasil lidera o Grupo A por ser o país-sede. A chave também conta com Rússia, Japão, Coreia do Sul, Argentina e Camarões. O Grupo B será composto por Estados Unidos, China, Sérvia, Itália, Holanda e Porto Rico.

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