Melhores Sites De Apostas

*Termos e condições se aplicam a todos os bônus oferecidos neste website. Visite a operadora para mais detalhes.

Dimitrov é campeão em Cincinnati, mas Federer desponta como favorito no US Open

Búlgaro surpreende e conquista seu primeiro Masters 1000, mas “velha guarda” domina as previsões do último Grand Slam do ano

O búlgaro Grigor Dimitrov deu um passo adiante na reputação de sua brilhante carreira. Neste domingo, ele não deu chances ao australiano Nick Kyrgios e venceu o Masters 1000 de Cincinnati com um contundente 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 7/5, em 1h25min de jogo. Dimitrov tem 26 anos e chegou a ocupar a oitava colocação do ranking mundial, mas este foi o seu primeiro troféu de um torneio da série dos Masters 1000, que ficam atrás somente dos Grand Slam em importância e pontos no ranking. 

Um US Open que promete surpresas

A rápida olhada na definição do Masters 1000 de Cincinnati mostra que o US Open deste ano vai ser um dos mais imprevisíveis da história recente.

Nenhum dos quatro semifinalistas em Cincinnati - Dimitrov, Kyrgios, David Ferrer e John Isner - surge como grande favorito para o US Open. Disputado em Nova York a partir da próxima semana (com o qualify começando amanhã), o Grand Slam sempre contou com favoritos fixos - Roger Federer, Rafael Nadal, Novak Djokovic e Andy Murray tiveram todos suas possibilidades de disputar a competição como virtuais ganhadores e de fato conquistam-na.

O que surge como incerteza nesta altura da carreira de cada um é a possibilidade de cacifar esta condição.

Federer não disputou o torneio de Cincinnati por uma lesão nas costas, e seu retorno ao circuito justamente em um Grand Slam, onde as partidas são disputadas em melhor de cinco sets, é uma incógnita que nem a sua equipe de trabalho sabe muito bem como vai ser.

A questão física é outro empecilho para Rafael Nadal. Embora ativo no circuito, o peso dos 30 anos já está muito nítido, e seu nível de jogo para as quadras duras no segundo semestre esteve abaixo do necessário. Andy Murray também superou uma lesão no quadril e retorna às disputas rigorosamente no US Open. Já Novak Djokovic, com problemas no punho, desde já é desfalque certo no Grand Slam que dominou no começo desta década.

E Dimitrov?

Apesar de sua vitória em Cincinnati ter colocado R$ 1,70/R$ 1,00 em quem apostou em sua vitória, segundo o Bet365, o búlgaro não surge com grandes possibilidades de ser campeão em Nova York, e tal desconfiança é fácil de entender.

Chamado de “Baby Federer” logo quando despontou no circuito, o búlgaro convive sempre com a incerteza da sua postura mental para vencer em um esporte tão desgastante e cheio de particularidades como o tênis. O título em Cincinnati o fez saltar da 11ª para a 9ª colocação no ranking, mas conquistar um Grand Slam talvez seja algo além de sua capacidade atual.

O torneio das zebras?

Vale lembrar que nem sempre a lógica se aplica ao US Open, que nos últimos anos tem sido um evento repleto de surpresas.

Ninguém, por exemplo, esperava que o argentino Juan Martín del Potro conquistasse o título que obteve em 2009, quando massacrou Rafael Nadal na semifinal e virou o jogo para cima de um atônito Roger Federer na decisão.

Um outro exemplo bastante claro de campeão inusitado do US Open foi o croata Marin Cilic, que não tomou conhecimento do japonês Kei Nishikori para ficar com a taça de 2014, em uma das finais mais imprevistas de Grand Slam de todos os tempos.

A razão que tem colocado o US Open com tamanha capacidade de surpreender é o fato de o tênis viver um nivelamento técnico e físico. Todos os detalhes que mexem na complexa cadeia que compõe a competição são postos à prova justamente no final de uma temporada que é sempre das mais desgastantes.

O US Open é o último evento do Grand Slam - depois de Melbourne, Roland Garros e Wimbledon -, e é no torneio americano que ficam evidentes tanto a melhor escolha do calendário quanto dos equipamentos.

Como é disputado em quadras duras que favorecem a violência dos golpes, até mesmo a raquete usada pode fazer a diferença entre ganhar ou perder. E isso, por si só, já é um convite e tanto para não deixar de acompanhar as principais partidas.

US Open 2017 - os dez grandes favoritos

Odds em 21 de agosto, segundo o Bet365

  • Roger Federer (R$ 1,37)
  • Rafael Nadal (R$ 2,50)
  • Alexander Zverev (R$ 7,00)
  • Andy Murray (R$ 7,50)
  • Nick Kyrgios (R$ 14,00)
  • Marin Cilic (R$ 14,00)
  • Grigor Dimitrov (R$ 16,00)
  • Dominic Thiem (R$ 20,00)
  • Juan Martin Del Potro (R$ 20,00)
  • Milos Raonic (R$ 20,00)

Comments