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UFC 201 põe cinturão meio-médio em disputa em Atlanta

Depois do enorme sucesso do UFC 200 no começo do mês, o mundo do MMA volta a olhar com atenção para o octógono neste sábado (30) na cidade de Atlanta, no Estado da Geórgia, nos Estados Unidos.

Com um total de 12 lutas, sendo 5 pelo card principal, o evento deste final de semana contará com uma disputa pelo cinturão na categoria dos meio médios como luta mais aguardada.

O combate será entre o atual campeão Robbie Lawler e o desafiante Tyron Woodley. Os dois são americanos e dividirão a torcida que tem destinado uma atenção cada vez maior ao UFC. Os Estados Unidos são, de longe, o território que registra o maior crescimento de popularidade do MMA entre suas preferências esportivas, e os lutadores mais renomados contam com legiões de fãs que seguem todos os treinos e combates ao vivo nas redes sociais.

O grande peso que o UFC tem nos Estados Unidos gera um interesse crescente no restante do mundo por uma simples razão: a agenda esportiva dos EUA é a mais farta possível, e qualquer modalidade que se encaixe em grade tão tradicional e recheada merece ser vista de perto por todos os demais países.

Experiência contra inatividade

Lawler está com 34 anos e detém o cinturão desde dezembro de 2014. Forte e resistente a ponto de lutar sem prejuízo de rendimento até o final, vem de cinco vitórias seguidas, o que lhe confere óbvio favoritismo nas estatísticas levantadas pelo Oddsshark.com/br. Ele oferece 1,63 dólar a cada 1 dólar investido em seu triunfo. Woodley, seu adversário, oferece 2,33 dólares a cada 1 dólar apostado, um índice que faz prever uma luta equilibrada, embora Woodley tenha recebido várias críticas por sua nomeação para este combate. O lutador está inativo desde janeiro de 2015, o que é uma eternidade na elite das lutas - principalmente para um combate contra um adversário capacitado no qual vale o cinturão.

Embora seu cartel seja promissor (15 vitórias e 3 derrotas), a falta de ritmo deve ser uma evidente adversária a mais para Woodley no duelo deste sábado.

Força caseira

É fácil de perceber o predomínio americano no evento de Atlanta ao analisar a nacionalidade dos lutadores que participam do card principal. Dos dez atletas, apenas dois são estrangeiros: a polonesa Karolina Kowalkiewicz e o mexicano Érik Perez.

Kowalkiewicz é uma das musas do UFC na atualidade e sua rotina é seguida de perto pelos fãs das lutas. Atleta da categoria dos pesos palhas, ela vai enfrentar a americana Rose Namajunas. Será também um duelo de gerações diferentes. A polonesa tem 30 anos, enquanto Rose, nascida em 1992, está com 24 e leva vantagem evidente em dois itens apontados pelos técnicos: explosão e agilidade no octógono.

A americana é a favorita, segundo as estatísticas do Oddsshark.com/br. Ela paga 1,47 dólar a cada 1 dólar apostado, enquanto Karolina gera lucro maior: em caso de vitória, 2,82 dólares a cada 1 dólar investido.

Presença solitária

Sempre bastante atuante no universo das lutas, a participação do Brasil no UFC 201 ficará restrita a um único integrante, o peso mosca Wilson Reis, da cidade de Januária, Minas Gerais.

Wilson fará uma das lutas do card preliminar contra o estreante americano Hector Sandoval.

O adversário original do mineiro seria o atual campeão, Demetrius Johnson, que acabou lesionado e precisou se ausentar.

Reis soma 20 vitórias e seis derrotas na carreira e vai enfrentar um lutador com um promissor cartel nas categorias menores. Sandoval, o “Kid Alex”, tem 12 vitórias em 14 lutas.

A diferença de trajetória e experiência é perceptível nas referências do Oddsshark.com/br. O brasileiro paga 1,33 dólar a cada 1 dólar apostado em sua vitória. Já o estreante Sandoval é a maior zebra da noite de lutas em Atlanta: seu lucro seria de 3,50 dólares em caso de surpreendente triunfo.

Como o adversário de Reis foi trocado, o Brasil continuará com dois cinturões da maior organização do MMA, ambos conquistados com total brilho no UFC 200.

Na ocasião, a baiana Amanda Nunes fez história ao se tornar a primeira mulher do país campeã da entidade com um histórico massacre contra a americana Miesha Tate, finalizada com total espanto logo no primeiro assalto.

Na mesma noite, um dos veteranos do país nas lutas, José Aldo, tomou para si o cinturão interino dos pesos penas ao vencer o americano Frankie Edgar por decisão unânime dos jurados. Ele mira agora o cinturão de Conor McGregor, a quem já desafiou publicamente para uma revanche.

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