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Todos contra os Estados Unidos

Favorita à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Rio 2016, seleção norte-americana de basquete é a adversária a ser batida

O torneio olímpico masculino de basquete nos Jogos Olímpicos Rio 2016 promete ser um dos mais disputados e emocionantes dos últimos tempos. Com a internacionalização da NBA, diversos jogadores estrangeiros passaram a atuar no campeonato mais forte do mundo e, com isso, tornaram suas seleções mais poderosas. Apesar da hegemonia americana, uma série de países vai tentar surpreender e roubar o ouro dos Estados Unidos.

Além do mais, a seleção americana desembarcará na Cidade Maravilhosa sem algumas de suas estrelas e com um grupo renovado em relação a Londres 2012. Mas é impossível descartar uma equipe que, apesar dos desfalques de peso, tem um elenco que atrai olhares de todo o mundo. Mesmo com algumas importantes ausências já confirmadas, o treinador Mike Krzyzewski, que deixará o comando da seleção americana depois do Rio 2016, possui inúmeras opções para formar uma equipe capaz de conquistar o tricampeonato olímpico – como o armador Klay Thompson e o ala Draymond Green, do vice-campeão Golden State Warriors, e o espetacular ala do Oklahoma City Thunder, Kevin Durant, MVP da temporada 2014 da NBA e medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos Londres 2012.

As maiores ausências serão as do ala LeBron James, campeão olímpico em 2008 e 2012 e estrela maior da conquista do título de 2016 do Cleveland Cavaliers na NBA; e do armador Stephen Curry, do Golden State Warriors. Grande sensação da NBA nas últimas temporadas, ele anunciou que pretende utilizar seu período de férias para descansar, recuperar o tornozelo e se preparar melhor para o próximo campeonato da liga americana de basquete. Também não virão ao Rio astros como Russel Westbrook, do Oklahoma City Thunder, James Harden, do Houston Rockets, e até o bicampeão olímpico Kobe Bryant, que poderia integrar o time americano, mas decidiu se aposentar do esporte.

O grosso das apostas certamente estará com o time americano, que está no Grupo A, juntamente com Venezuela, China, Austrália e duas seleções que ainda vão se classificar no Pré-Olímpico Mundial que será realizado em julho. A Austrália corre por fora, mas também possui um time capaz de brigar com as grandes potências.

Adversária dos Estados Unidos nas últimas duas finais olímpicas, a Espanha, prata em Pequim (2008) e Londres (2012) e atual campeã europeia, desponta como a segunda força mundial. Liderada pelo veterano pivô Pau Gasol, de 35 anos, do Chicago Bulls, e com diversos jogadores de talento, tem tudo para estar no pódio no Rio de Janeiro. Está no Grupo B, considerado o “grupo da morte” deste ano pela força de suas equipes, que incluem Lituânia, Argentina e Brasil, além da Nigéria e de uma seleção que se classificará no Pré-Olímpico.

Herdeira da tradicional escola soviética, a Lituânia também é forte candidata a medalha. O país é o atual vice-campeão europeu e quarto colocado no último Campeonato Mundial, em 2014.

Jogando em casa e com diversos jogadores da NBA no grupo, o Brasil também tem possibilidade de alcançar um resultado histórico no Rio. Apesar do desfalque do pivô Tiago Splitter, do Atlanta Hawks, lesionado, o time contará com os talentos de Leandrinho e Anderson Varejão, do Golden State Warriors, Raulzinho, do Utah Jazz, Nenê, do Washington Wizzards, e Marcelinho Huertas, do Los Angeles Lakers, entre outros que atuam em times brasileiros e europeus.

Já a Argentina, que em 2012 eliminou o Brasil nas quartas-de-final, tem como destaques o ala-armador Manu Ginóbili, do San Antonio Spurs, e o ala-pivô Luis Scola, do Toronto Raptors. Os dois astros comandaram a seleção que conquistou o ouro em 2004 e ficou com o bronze em 2008.

O histórico da modalidade em Jogos Olímpicos leva a crer que os Estados Unidos subirão ao alto do pódio novamente em 2016. O país só esteve fora de três finais olímpicas desde que o basquete entrou no programa, em Berlim 1936. E só não ganhou medalha em 1980, em Moscou, quando o país boicotou os Jogos Olímpicos em plena Guerra Fria. Ao todo, os americanos colecionam 14 ouros, uma prata e dois bronzes.

Em Munique 1972, a União Soviética superou os americanos na final em uma partida histórica e polêmica, decidida no último segundo. Passados 16 anos, em Seul 88, uma grande decepção: pela primeira vez os Estados Unidos ficaram fora de uma final olímpica. A União Soviética mais uma vez levou o ouro, ao derrotar a Iugoslávia, e a seleção americana levou o bronze.

Com o sinal de alerta acesso, quatro anos mais tarde, em Barcelona 92, foi preciso recorrer aos melhores atletas do mundo para os americanos retomarem a hegemonia na modalidade. Comandado por Michael Jordan e Magic Johnson, o Dream Team encantou o mundo e colocou de vez os profissionais do basquete no mapa olímpico. Desde então, jogadores da NBA passaram a disputar o torneio, o que levou os americanos à conquista de outros dois títulos em 96 e em 2000, com relativa facilidade.

Porém, em 2004, nos Jogos Olímpicos de Atenas, uma nova e surpreendente Argentina destronou o império da grande potência do basquete mundial. Ginóbili e companhia superaram os americanos na semifinal para depois subir ao alto do pódio com vitória sobre a Itália na final.  Um feito que a Espanha espera conseguir – o país chegou à decisão em Pequim 2008 e Londres 2012. É outra seleção que pode surpreender os americanos e os apostadores. Mas não os mais audaciosos, dispostos a apostas suas fichas em uma seleção não tão cotada quanto a americana, mas também repleta de talentos.

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