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Em alta, seleção brasileira garante retorno de 125% se vencer os três primeiros jogos na Rússia

Foto: Stefan Matzke - sampics/Corbis via Getty Images

Nas duas últimas Copas, escrete canarinho tropeçou em partidas da fase de grupos

Desde o dia 1º de dezembro do ano passado, quando o sorteio em Moscou definiu Suíça, Costa Rica e Sérvia como adversários da seleção brasileira na primeira fase da Copa do Mundo, o torcedor vive a expectativa por uma classificação tranquila. As outras equipes do Grupo E, de fato, não possuem um grande histórico na competição, e, pelo menos em teoria, não podem assustar os pentacampeões no mundo.

No entanto, a análise do desempenho da seleção nas fases de grupos das últimas dez Copas mostra que os tropeços não foram raros, ainda que o time tenha conquistado dois títulos. De 1978 até 2014, o escrete canarinho avançou para a segunda fase com 100% de aproveitamento em cinco oportunidades (1982, 1986,1990, 2002 e 2006), e em outras cinco (1978, 1994, 1998, 2010 e 2014), levou um susto antes de chegar ao mata-mata.

As apostas já estão abertas para o início da caminhada brasileira, e de acordo com as cotas do Bodog, você pode faturar alto se os comandados de Tite passarem ilesos pelos três primeiros jogos. Confira o que vem por aí.

Brasil x Suíça

O jogo contra a Suíça tende a ser o mais difícil da primeira fase, não apenas pelo nervosismo da estreia, mas também pela qualidade do adversário, que travou uma batalha acirrada contra Portugal nas Eliminatórias Europeias. No fim das contas, o time de Cristiano Ronaldo acabou levando a melhor na última rodada, mas os suíços tiveram um aproveitamento de 90%, e seguraram bem a Irlanda na repescagem para carimbar o passaporte.

Em seus dois amistosos mais recentes, a Suíça venceu a Grécia pela contagem mínima e goleou impiedosamente o Panamá, que está classificado para a Copa do Mundo, pelo placar de 6x0, mostrando que também sabe jogar ofensivamente.

Brasil e Suíça se enfrentaram apenas uma vez em Copas, um empate em 2x2, em 1950. Nos dois  últimos amistosos, ambos disputados na Basiléia, os brasileiros venceram por 2x1 em 2006, mas perderam pela contagem mínima em 2013.

As cotas do Bodog mostram que a camisa pesa quando se trata de Copa do Mundo. O Brasil conta com amplo favoritismo, pagando R$ 1,36/R$ 1,00 pela vitória. Por outro lado, se a Suíça surpreender, a recompensa será alta, R$ 8,50 por real apostado.

Brasil x Costa Rica

A Costa Rica é uma velha conhecida que já cruzou duas vezes o caminho dos brasileiros, em 1990 e 2002. Na primeira, a seleção precisou suar a camisa para vencer por 1x0, com um gol de Müller, mas quando as equipes voltaram a se encontrar, no Japão, em 2002, a Família Scolari não perdoou, e aplicou uma sonora goleada de 5x2.

A seleção costa-riquenha foi a maior surpresa da Copa de 2014, e contrariou os prognósticos para terminar em uma honrosa oitava colocação. A equipe caiu no grupo da morte, com Uruguai, Itália e Inglaterra, e conseguiu se classificar em primeiro lugar. Nas oitavas, eliminou a Grécia nos pênaltis, e novamente nas cobranças alternadas, caiu diante da Holanda na fase seguinte.  

Para tentar surpreender os favoritos, a equipe caribenha tem o contra-ataque como maior arma. A base permanece a mesma de 2014, mas a chegada do atacante Ureña, que atravessa boa fase no futebol dos Estados Unidos, deu mais poder de fogo ao setor ofensivo.

Se der a lógica, vence o Brasil, aposta que pode proporcionar um rendimento de 22%. Caso a zebra resolva passear por São Petersburgo, a bolada será de R$ 12,00 por cada real apostado. O empate também esta muito bem cotado, R$ 6,00/R$ 1,00.

Brasil x Sérvia

Com Milinkovic-Savic, da Lazio, e Zivkovic, do Benfica, em campo, a Servia levou a melhor sobre a seleção brasileira de Gabriel Jesus no Mundial sub-20 de 2015, e sagrou-se campeã mundial da categoria. O time principal, no entanto, não vem repetindo o mesmo sucesso, e ficou de fora tanto da Copa de 2014, quanto da última Eurocopa.

Os sérvios herdam a tradição da antiga seleção iugoslava, mas em sua única participação em um mundial como país independente, não se saíram bem. Na Copa de 2010, o time foi eliminado ainda na primeira fase depois de perder para Gana e Austrália, e vencer a Alemanha.  

Para chegar à Rússia, a Sérvia fez a melhor campanha do Grupo D das Eliminatórias Europeias, superando Irlanda e País de Gales, com um aproveitamento de 70%, e apenas uma derrota em 10 jogos. A equipe atual certamente é mais forte do que a de oito anos atrás, mas ainda assim, é difícil acreditar que possa causar problemas para o Brasil.

De acordo com o Bodog, se os europeus conseguirem chegar lá, o apostador embolsará o equivalente a 8,5 vezes o valor investido. A aposta mais conservadora, na vitória brasileira, rende 36%, e o empate paga R$ 4,75 por real apostado.

Palpite

A fase de grupos não costuma ser um mar-de-rosas para o Brasil, que seja por nervosismo ou problemas físicos, frequentemente deixa escapar alguns pontos nas partidas iniciais. Na Rússia, o ponto de interrogação ficará por conta de Neymar, que vive o processo de recuperação após uma delicada cirurgia no pé direito, e pode não estar no melhor de sua forma nos primeiros jogos.

Contudo, um dos grandes méritos de Tite foi tornar a equipe menos dependente do craque do PSG, e os amistoso contra a Rússia e a Alemanha mostraram que os coadjuvantes Coutinho e Gabriel Jesus podem perfeitamente dar conta do recado.

Por isso, vale a pena dar um voto de confiança à seleção. Segundo o Bodog, se nossos craques vencerem os três primeiros jogos, o retorno será de R$ 2,25/R$ 1,00. Porém, os mais pessimistas poderão ter 64% de lucro se em algum momento os comandados de Tite tropeçarem.

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